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Encontro discute a oferta de cursos para qualificar a mão de obra na região Oeste

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) reuniu nesta sexta feira (08) os municípios que fazem parte das regiões de integração do Baixo Amazonas e Tapajós no I Encontro Estadual de Educação Profissional e Tecnológica para ouvir as demandas em relação aos cursos necessários para a qualificação da mão de obra, no âmbito do programa Pará Profissional, importante política pública do Governo do Estado para o desenvolvimento socioeconômico.

O Encontro foi realizado no auditório do Centro Regional de Governo do Baixo Amazonas, em Santarém, um dos parceiros do evento, juntamente com a Prefeitura local. De acordo com o diretor de Educação Profissional e Tecnológica da Sectet, Luís Blasques, o Pará Profissional precisa da contribuição dos municípios, representados pelas prefeituras, setor produtivo, instituições de ensino, entidades do terceiro setor e demais atores, para que possa ofertar cursos, que atendam aos anseios e contribuam para capacitar e qualificar os postulantes a uma colocação.

"Estamos consolidando o programa Pará Profissional em todas as regiões de integração do Governo do Estado, e nesse momento aqui na região do Baixo Amazonas e Tapajós estamos ouvindo a sociedade para nos ajudar a identificar as demandas para o próximo semestre e para o próximo ano em relação qualificação profissional, já preparando as etapas do programa", informa o diretor da Sectet.

Análise da demanda

Durante o Encontro, o diretor da Sectet demonstrou a necessidade da apresentação da oferta sobre a demanda qualificada, a partir da análise de forças, oportunidades, fraquezas e ameaças, a partir da análise de um cenário específico (análise Swot).

Por isso, na segunda parte do Encontro, os representantes foram divididos em grupos para analisar o que de mais importante os municípios poderiam absorver. Esta oportunidade foi destacada pela representante do município de Novo Progresso, na região do Tapajós, titular da Secretaria de Indústria, Comércio, Turismo e Trânsito, Gisela Bringmann.

De acordo com a secretária, o Pará Profissional é um programa construído a partir dos anseios e prioridades apontadas pelos municípios e mesmo com a grande distância da sede do Centro de Governo – são 782, 5 km de Santarém – Novo Progresso não poderia deixar de participar.

“O município de Novo Progresso é um dos mais distantes de Santarém e a gente vem aqui, também, em busca do conhecimento para replicá-lo. Hoje, além da vocação para o garimpo, o município é produtor de soja e arroz e estamos aproveitando o que as primeiras atividades deixaram para o processo de industrialização e, também, para o comércio, por isso há a necessidade de termos mão de obra qualificada”, explica a secretária, que na ocasião representou a Prefeitura local.

Mercado de trabalho

O Pará Profissional, programa instituído por meio da Lei Estadual nº 8.427/2016, já qualificou 3.941 pessoas, de 47 municípios, em cursos de Formação Inicial e Continuada (FIC), atendendo a demanda de 21 setores da economia paraense.

Na região oeste, 472 pessoas de cursos ligados aos setores da agricultura; construção civil; energia; logística; saúde e estética; indústria automobilística; gestão e negócios e turismo e gastronomia receberam certificação, entre elas 43 concluintes da área de estética (Corte Masculino com Máquina e Design de Sombrancelha e Embelezamento de Cílios), realizados na sede do Serviço Nacional deAprendizagem Comercial (Senac), em Santarém, um dos parceiros do Pará Profissional, juntamente com outras instituições vinculadas ao chamado Sistema “S”.

A qualificação de possíveis candidatos aos postos de trabalho é um ganho para a iniciativa privada. O trabalho desenvolvido pelo Pará Profissional é enaltecido pela Mineração Rio do Norte (MRN), uma das gigantes da área de mineração, com sede no distrito de Porto Trombetas, município de Oriximiná, no Baixo Amazonas.

De acordo com o coordenador de RH da empresa, Leandro Ribeiro, a MRN busca incessantemente por profissionais que estejam aptos a preencher os postos de trabalho. “O Pará Profissional tem essa realidade, diferente de outros programas, que é ouvir e atender a necessidade que a gente tem. Nós, enquanto empresa e posicionada dentro do mercado da região, carecemos muito de mão de obra qualificada. Muitas vezes, em alguns cargos, acabamos tendo a necessidade em buscar profissionais fora da região, justamente pela falta da qualificação. Já tivemos no ano passado a oportunidade de formar profissionais pelo Pará Profissional. A experiência foi muito boa e parte dessa mão de obra já conseguimos contratar outra parte eram profissionais que precisavam de uma atualização. O grande desafio agora é absorver essa mão de obra, não apenas para a empresa, mas para outras regiões do estado”, observa o coordenador de RH da MRN.

Depois do Baixo Amazonas e Tapajós, os próximos encontros serão realizados no dia 13 de junho na região do Marajó, tendo como sede o município de Breves; no dia 15, na região do Xingu, sendo Brasil Novo a sede. Por último, no dia 26, Belém sedia o Encontro referente às regiões do Guajará, Guamá e Tocantins.

Por Samuel Alvarenga